Filmes e Série

Resenha: Cidade invisível

Olá, querido leitor e querida leitora, tudo bem?

Chegando mais um fim de semana e vim trazer resenha de Cidade Invisível, uma série original Netflix que traz o folclore brasileiro como tema. Se você, como eu, cresceu ouvindo as lendas do nosso folclore, principalmente pelo olhar de Monteiro Lobato, está acostumado com uma forma infantil e caricata desses personagens. Cidade Invisível adaptou essas criaturas não apenas para o mundo mais atual como também trouxe uma visão mais adulta deles. 

A história roda entorno do detetive ambiental Eric que tenta solucionar a misteriosa morte de sua esposa, Gabriela. Ela foi encontrada morta na floresta da Vila Toré, onde um estranho incêndio começou no meio de uma festa. Mesmo se passando alguns meses ele ainda quer descobrir quem começou o incêndio na mata. Tudo fica mais estranho quando, em certo dia, ele encontra um boto cor de rosa morto na areia da praia e sem ter onde deixar, ele fica na carroceria do carro dele. À noite ele vai ver como está o animal e no lugar do animal encontra um homem. A partir daí Eric começa a cada vez mais entrar no mundo das criaturas folclóricas, tentando descobrir quem está matando elas e em consequência o que realmente matou sua esposa. 

Com 7 episódios de uns 40 minutos, Cidade Invisível fez com que eu maratonasse tudo em um dia, a cada episódio fiquei  com mais vontade de descobrir os mistérios por trás das mortes. Além de trazer o mundo místico de nossa cultura, também traz um estilo de série investigativa que eu amo. Eu demorei para criar coragem de ver a série, um certo medo e talvez preconceito, mas quando comecei a ver eu vi o quanto essa série é fantástica com uma super produção. Foi tão bom rever com outros olhos as lendas brasileiras e até conhecer uma ou outra que nunca ouvi falar. Além disso, também já foi anunciado que terá uma segunda temporada, então já estou mega ansiosa para saber como vai continuar essa história. 

E você, querido leitor e querida leitora, já assistiram essa série? Quais histórias do folclore você escutava na sua infância?  

Bjs e abraços, 

Ana

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